Cheguei ao IMO em 2017 como participante do PDL – Programa de Desenvolvimento de Líderes. Naquela época, após sete anos de estudo de Antroposofia e Cristologia, eu me questionava: como poderia integrar minha nova compreensão da vida e do ser humano à minha experiência de mais de 20 anos como executivo em empresas familiares? Esse processo, que me permitiu transformar minha vida pessoal e profissional, me levou a perceber o próximo passo em direção ao meu desenvolvimento: tornar-me membro da IMO, apoiando e facilitando processos de mudança e desenvolvimento de pessoas e organizações. Assim, depois de trabalhar em empresas de diversos segmentos, nas áreas de desenvolvimento organizacional, gestão de pessoas e finanças, de ter estudado Ciências Contábeis, feito pós-graduação em Finanças e Consultoria de Carreira, além de ter me formado em Coaching, Pedagogia Terapêutica, Terapias Sociais e Economia da Vida, tornei-me membro do IMO em 2020.
Logo que cheguei ao IMO, ouvi uma frase dita por Adriaan Bekman a um colega holandês: “No IMO, você aprenderá a viver de domingo a segunda-feira”. Isso me tocou profundamente e me fez lembrar da minha pergunta, quando iniciei o PDL em 2017. E ser membro do IMO fez ainda mais sentido para mim. Pessoas felizes, que encontram um sentido para a própria vida, atentas ao seu desenvolvimento, conscientes de que isso será possível quanto mais houver aprimoramento e melhoria da comunidade na qual estão inseridas, é o que me inspira. Assim, para mim, faz todo o sentido facilitar que as organizações, a fase mais intensa da nossa vida social, onde trabalhamos com pessoas para quem normalmente não escolheríamos trabalhar, sejam um ambiente colaborativo e cooperativo, com pessoas autónomas e responsáveis que tomam a iniciativa.